Lending Groups and Different Social Capitals in Developed and Developing Countries



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Diego A. B. Marconatto
Luciano Barin-Cruz
Eugenio Pedrozo

Resumo

Grupos de empréstimo (GEs) e capital social são elementos primordiais para as muitas soluções em operações de microfinanças ao redor do mundo. No entanto, a capacidade dos GEs para reduzir os custos e os riscos de transações das instituições de microfinanças (IFM) são mediados pelo ambiente institucional. A partir desse pressuposto, discutimos as interações existentes entre os ambientes institucionais dos países desenvolvidos (anglo-saxões e comunitários) e os países em desenvolvimento com diferentes estoques de capital social (individual, em rede e institucional), bem como as influências dessa interação sobre a eficácia dos GEs. Para tanto, construímos, a partir da perspectiva institucional de O. Williamson, um framework teórico que coloca em interação todos esses elementos e que permite analisar as suas principais relações dentro do contexto deste estudo. Com base nesse framework, propomos que, nos países em desenvolvimento e nos países anglo-saxões, tanto o estoque de capital social individual quanto o em rede são os mais importantes para a eficácia dos GEs. No entanto, em países anglo-saxões, esses dois estoques de capital social são complementados por dispositivos formais de contratação. Nos países comunitários desenvolvidos, porém, os estoques de capital social institucional têm um impacto positivo mais forte sobre a dinâmica dos GEs.

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Como Citar
Marconatto, D. A. B., Barin-Cruz, L., & Pedrozo, E. (1). Lending Groups and Different Social Capitals in Developed and Developing Countries. Revista De Administração Contemporânea, 20(6), 651-672. https://doi.org/10.1590/1982-7849rac2016150050
Seção
Artigos