Aplicação da teoria dos conjuntos vagos na medida e gestão do risco cambial económico



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Lúcia Maria Portela de Lima Rodrigues

Resumo

Neste artigo apresentamos um modelo de inferência em lógica vaga para a medida da exposição das empresas ao risco de câmbio económico. No sentido de ultrapassar as insuficiências da contabilidade de gestão tradicional na captação do fenómeno do risco cambial, este modelo avalia, de uma forma aproximada, o efeito das variações nas taxas de câmbio reais nos lucros operacionais e na posição competitiva da empresa. Relativamente ao efeito nos lucros operacionais, podemos dizer que depende do efeito das variações nas taxas de câmbio reais nos proveitos e nos custos operacionais, sendo ambos analisados como uma dupla variação, a dos preços e a das quantidades. No que respeita ao efeito das variações das taxas de câmbio reais na posição competitiva, consideraremos que depende essencialmente das variações observadas nos custos relativos dos concorrentes e nas suas quotas de mercado. Para testarmos o modelo utilizamos a unidade estratégica de negócios Fios de uma grande empresa têxtil portuguesa.

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Detalhes do artigo

Como Citar
Rodrigues, L. M. P. de L. (1). Aplicação da teoria dos conjuntos vagos na medida e gestão do risco cambial económico. Revista De Administração Contemporânea, 4(1), 7-26. https://doi.org/10.1590/S1415-65552000000100002
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Lúcia Maria Portela de Lima Rodrigues, Universidade do Porto

Doutora em Ciências Empresariais e Mestre em Economia pela Universidade do Porto, Portugal. Professora Auxiliar e Vice-Presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, Portugal. Suas áreas de interesse em pesquisa são aplicações da teoria dos conjuntos vagos em contabilidade e auditoria, contabilização de derivados e instrumentos de riscos, relato financeiro eletrônico.