Cultura e mudança organizacional: o caso TELERJ



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Sylvia Constant Vergara
Mario Couto Soares Pinto

Resumo

De todos os setores da economia afetados pelos efeitos das incertezas globais e pelas necessidades de mudança, um chama a atenção por seu caráter estratégico, por suas características de alta tecnologia, pela quantidade de pessoas envolvidas, pelo potencial de lucro e pelo interesse internacional: o das telecomunicações. Dentre as afiliadas da Telecomunicações Brasileiras S.A. - Telebrás está a Telecomunicações do Rio de Janeiro S.A. - Telerj, uma das mais antigas e tradicionais, além da segunda maior de todo o sistema, o que justifica a especial atenção que o presente trabalho lhe empresta. Ele busca responder até que ponto os padrões culturais da Telerj revelam a possibilidade de comportamento proativo ou, ao contrário, reativo às mudanças ambientais. Para alcançar esse objetivo, valeu-se de uma pesquisa bibliográfica e de campo, na qual foram feitas entrevistas com cerca de 25% do corpo gerencial da empresa, e foram obtidas informações adicionais através de questionários que atingiram cerca de 75% desse grupo. O estudo aponta uma ênfase numa cultura diretiva, onde a manutenção da ordem prevalece sobre a busca pelo novo, e conclui enumerando algumas dificuldades de adaptação da empresa.

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Detalhes do artigo

Como Citar
Vergara, S. C., & Pinto, M. C. S. (1). Cultura e mudança organizacional: o caso TELERJ. Revista De Administração Contemporânea, 2(2), 63-84. https://doi.org/10.1590/S1415-65551998000200005
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Sylvia Constant Vergara, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora dos Cursos de Doutorado e Mestrado do Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e dos Cursos de Mestrado e Especialização da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro. Suas áreas de interesse em pesquisa são organizações brasileiras, relações organizacionais e interpessoais, gestão da mudança, desenvolvimento organizacional e gerencial.

Mario Couto Soares Pinto, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Mestre em Administração de Empresas e Especialista em Filosofia Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor do Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Suas áreas de interesse em pesquisa são organizações brasileiras, gestão da mudança e cultura organizacional.