Importância dos fatores não-tecnológicos na implementação do CPFR



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Mauro Vivaldini
Sílvio R. I. Pires
Fernando Bernardi de Souza

Resumo

De acordo com o Voluntary Interindustry Commerce Standards [VICS], o Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment [CPFR] se baseia na padronização, registro e sincronização de dados eletronicamente, apoiado pela gestão colaborativa existente entre as empresas (VICS, 2004). A partir desta definição, pode-se concluir que existem dois fatores preponderantes na implementação do CPFR: um essencialmente tecnológico e outro não-tecnológico. Nesse contexto, o propósito principal deste estudo é identificar na literatura os chamados fatores não tecnológicos que envolvem o CPFR e analisá-los em situações reais. A importância desses fatores é analisada, então, por meio do estudo de dois casos reais de implementação do CPFR, respectivamente, em uma grande rede de fast food e em um grande distribuidor de alimentos, que operam no Brasil. Os resultados destacam, principalmente, que a previsão da demanda realizada pela empresa coordenadora do CPFR é preponderante sobre o entendimento da demanda por todos os elos da cadeia de suprimentos, que a cultura colaborativa é considerada muito importante no relacionamento ao longo da cadeia (embora não seja determinante para a implementação dos processos) e que o monitoramento das atividades é fundamental para o alinhamento das empresas na gestão do CPFR.

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Como Citar
Vivaldini, M., Pires, S. R. I., & Souza, F. B. de. (1). Importância dos fatores não-tecnológicos na implementação do CPFR. Revista De Administração Contemporânea, 14(2), 289-309. https://doi.org/10.1590/S1415-65552010000200007
Seção
Artigos